A Jornada da Consciência
- Sandra Yamamoto Florecer Luz

- há 6 dias
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Nada do que foi trazido até aqui foi aleatório.
Transformar.
Equilibrar.
Remover bloqueios.
Silenciar o ruído.
Sustentar a abundância.
Cada símbolo tocou uma parte diferente da consciência.
Há momentos em que é preciso romper.
Há momentos em que é preciso pesar o coração.
Há momentos em que é preciso abrir caminho.
Há momentos em que é preciso escutar.
E há momentos em que é preciso sustentar.
A consciência não evolui em linha reta.
Ela amadurece em camadas.
Primeiro desmonta.
Depois organiza.
Depois clareia.
Depois harmoniza.
Depois floresce.
Talvez crescimento não seja sobre buscar algo novo.
Talvez seja sobre integrar o que já foi revelado.
Quando percebemos que cada arquétipo é um espelho interno,
a jornada deixa de ser externa
e passa a ser responsabilidade.
E responsabilidade é maturidade.
A verdadeira jornada da consciência não acontece nos símbolos.
Acontece dentro.
Você pode aprofundar essa jornada lendo também as reflexões anteriores sobre Shiva, Ma’at, Ganesha, Saraswati e Lakshmi.
Cada arquétipo revela uma camada diferente do mesmo processo de amadurecimento interior.
Porque, no fim, não se trata de escolher símbolos.
Trata-se de reconhecer o que cada um desperta dentro de você.
Sandra Yamamoto
Florecer Luz
Espiritualidade aplicada à consciência




Eu sempre volto aqui porque seus textos não me dão respostas prontas, eles me fazem pensar. Esse, especialmente, mexeu comigo. A parte em que você fala que a jornada não acontece nos símbolos, mas dentro, ficou ecoando na minha cabeça. Às vezes a gente procura tanto fora que esquece de organizar o que está aqui dentro. Obrigada por escrever com tanta profundidade e verdade.🪷